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Peças anteriores

As canções que você dançou pra mim

Próxima sessão com acessibilidade: 16 de dezembro, no espetáculo de dança “As canções que você dançou pra mim”, dirigido e coreografado por Alex Neoral.

Com o patrocínio da Petrobras, desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

No espetáculo “As canções que você dançou pra mim”, quatro casais são embalados por um grande “pout-pourri” com 72 canções interpretadas pelo grande cantor e compositor Roberto Carlos. O trabalho revisita seus grandes sucessos como: Detalhes, Outra vez, Desabafo, Cama e mesa, O calhambeque, entre outros eternos clássicos, que compõem essa trilha que passa pelas décadas de 60 a 90, onde Roberto pôde alcançar várias gerações com canções que misturam e exaltam sentimentos, falam de amor e abusam do bom humor.

“As canções que você dançou pra mim” é um espetáculo para todas as idades, no qual a dança e a música aparecem num casamento perfeito e só nos resta assistir, ouvir e viver outra vez “tantas emoções”. “As canções que você dançou pra mim” foi eleito pelo Jornal O Globo como um dos 10 melhores espetáculos de 2011.

La fille mal gardée

 

Próxima sessão com acessibilidade: 02 de dezembro, no espetáculo de balé La Fille Mal Gardée, com a Companhia de Ballet do Rio de Janeiro, dirigida por Alice Arja.

Com o patrocínio da Petrobras, desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

La Fille Mal Gardée é um dos mais importantes trabalhos do repertório do balé moderno. Já foi encenado por inúmeras produções, mantendo vivo seu caráter universal. É uma criação de Jean Dauberval e sua primeira apresentação foi na França, em 1789. A montagem carioca, dirigida por Alice Arja, traz ao público o grande clássico com a Companhia de Ballet do Rio de Janeiro.

O balé se passa em uma fazenda na França, e conta a história de Lise, que está prometida em casamento a um jovem rico da região, mas é apaixonada por um camponês. O espetáculo conta as aventuras e desventuras dos dois apaixonados, tentando livrar-se do casamento de conveniência arranjado por seus familiares.

A título de curiosidade, o balé estreou na França apenas 13 dias antes da queda da Bastilha. Além de ser revolucionário no ponto de vista histórico, La Fille Mal Gardée inovou, lançando um enredo com personagens reais e não ninfas, fadas e deuses, como nos balés antigos. É o mais antigo dos balés de repertório conhecidos.

Canastrões


Canastrões, peça de Moncho Rodrigues

Próximas sessões com acessibilidade: 20 e 21 de outubro, na peça Canastrões, texto de Moncho Rodrigues que homenageia Paulo Gracindo. Excepcionalmente, faremos sessões acessíveis sábado e domingo neste espetáculo.

Com o patrocínio da Petrobras, desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

Canastrões”, com texto e direção de Moncho Rodrigues. No palco, o ator Gracindo Jr. e seus filhos, Pedro e Gabriel Gracindo, conduzem o espectador pelo universo mágico da poética teatral de todos os tempos e tem, como principal fonte de inspiração, a arte de um dos maiores atores do teatro brasileiro, Paulo Gracindo.

Tempos e vidas, histórias, sonhos e desejos que os levam a percorrer os caminhos do teatro, desde os mais remotos princípios dos “Cómicos de la Legua” ibéricos até a contemporaneidade de um teatro que procura encontrar a sua linguagem poética própria. Os personagens usam todos os truques e artimanhas que guardam em seus CANASTROS na busca de uma verdade cênica que possa transformar a relação do ator com o espectador. Além de Paulo Gracindo, mais 39 grandes atores brasileiros são lembrados na peça.

Aventura entre Pássaros

Próxima sessão com acessibilidade: 16 de setembro, no espetáculo de dança Aventura entre Pássaros, de João Saldanha.

Com o patrocínio da Petrobras, desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

O espetáculo “Aventura entre Passáros”, a mais nova criação de João Saldanha, evidencia as expressões comuns entre o homem e os animais e que pode produzir ambivalências. No palco, os bailarinos Ana Paula Marques, Celina Portella, Olivia Secchin, Renata Versiani, Fernando Klippel, Lucas Rodrigues, Samuel Frare e Thiago Sancho apresentam diversos modos de atuação. Com trilha sonora de Sacha Amback e encenação (cenário, luz, figurinos e movimentação) do coreógrafo João Saldanha, diretor da Companhia Atelier de Coreografia, os oito dançarinos traçam percursos e firmam gestos e movimentos para a construção de danças e agrupamentos que valorizam o conjunto.

O Casamento, da Companhia Fodidos Privilegiados

 

Considerado em sua estreia como o Melhor Espetáculo do Festival de Curitiba de 1997. Trata-se de uma adaptação inédita do romance homônimo de Nelson Rodrigues, que conta a história de Dr. Sabino, um rico empresário, que descobre na véspera do casamento da sua filha adorada, Glorinha, que seu futuro genro é homossexual. Primeiro espetáculo da companhia co-dirigido por Antonio Abujamra e João Fonseca, O Casamento teve sucesso de público e crítica e realizou incontáveis temporadas em várias cidades no final dos anos 90.

 

Uma das companhias mais atuantes do teatro carioca desde o seu surgimento em 1991, os Fodidos Privilegiados foi fundada por um grupo de 40 atores encabeçados pelo diretor e ator Antonio Abujamra, que tinha o desejo de reavivar a cena teatral de então. Neste primeiro ano, entre outros, foi encenada A Serpente, última peça de Nelson Rodrigues. Os anos de 1991 e 1992 marcaram a 1ª ocupação do grupo no Teatro Dulcina, e retornamos para ocupá-lo por 5 anos entre 1996 e 2001, período este que se tornou um dos mais marcantes para a Companhia.

 

Nestes 5 anos, além de produzirmos 15 espetáculos, desenvolvemos uma série de oficinas que formaram profissionais, hoje atuando em várias áreas do mercado teatral; apresentamos um grande ciclo de leituras dramáticas de peças de Nelson após um ano de profunda pesquisa sobre o autor e sua obra completa, onde descobrimos os folhetins: Núpcias de Fogo e A Mentira, escritos sob o pseudônimo de Suzana Flag e também o correio sentimental: Cartas de Mirna. Foi também a época do lançamento do livro Flor de Obsessão, organizado por Ruy Castro, e da estreia da adaptação do romance O Casamento, em 1997, realizada por João Fonseca e Antonio Abujamra, que teve e continua tendo, 15 anos depois, grande repercussão por onde passa.

Escravas do Amor

Próximos espetáculos com acessibilidade: 18 e 19 de agosto:

Escravas do Amor, da Companhia Fodidos Privilegiados

Excepcionalmente, nos próximos espetáculos, faremos duas sessões com acessibilidade, sempre sábado e domingo, no primeiro e terceiro final de semana do mês. Repetiremos a sessão com acessibilidade no sábado e domingo com as peças Escravas do Amor, 18 e 19 de agosto e O Casamento, 1º e 02 de setembro.

Desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

Próxima peça com acessibilidade: Escravas do Amor

Escravas do Amor é uma comédia delirante, repleta de surpresas e reviravoltas. Ambientada na década de 40, narra a misteriosa morte de Ricardo no momento em que ele pede a mão de Malu em noivado. Outradelícia do espetáculo é seu sabor tipicamente anos 40 – os trajes de banho são maiôs de borracha e sarongues; as mulheres usam cinta, combinação e meias; e um beijo na boca significa um compromisso eterno. Os grandes personagens são as mulheres: Malu, Lígia e Glorinha, todas tentadoras, cruéis, traiçoeiras – e quando se começa a torcer por uma em detrimento das outras, surge uma revelação que vira a trama pelo avesso.

 

 O elenco de Escravas do Amor conta com Alexandre Contini, Celso Andre, Cristina Mayrink, Dudu Sandroni, Fabrício Belsoff, Filomena Mancuzo, Humberto Câmara, Isley Clare, Juliana Baroni, Paula Sandroni, Roberto Lobo, Rose Abdallah, Sergio Marone.

Uma das companhias mais atuantes do teatro carioca desde o seu surgimento em 1991, os Fodidos Privilegiados foi fundada por um grupo de 40 atores encabeçados pelo diretor e ator Antonio Abujamra, que tinha o desejo de reavivar a cena teatral de então. Neste primeiro ano, entre outros, foi encenada A Serpente, última peça de Nelson Rodrigues. Os anos de 1991 e 1992 marcaram a 1ª ocupação do grupo no Teatro Dulcina, e retornamos para ocupá-lo por 5 anos entre 1996 e 2001, período este que se tornou um dos mais marcantes para a Companhia.

Nestes 5 anos, além de produzirmos 15 espetáculos, desenvolvemos uma série de oficinas que formaram profissionais, hoje atuando em várias áreas do mercado teatral; apresentamos um grande ciclo de leituras dramáticas de peças de Nelson após um ano de profunda pesquisa sobre o autor e sua obra completa, onde descobrimos os folhetins: Núpcias de Fogo e A Mentira, escritos sob o pseudônimo de Suzana Flag e também o correio sentimental: Cartas de Mirna. Foi também a época do lançamento do livro Flor de Obsessão, organizado por Ruy Castro, e da estreia da adaptação do romance O Casamento, em 1997, realizada por João Fonseca e Antonio Abujamra, que teve e continua tendo, 15 anos depois, grande repercussão por onde passa.

Alguns anos depois deste período, em 2006, acompanhia produziu o espetáculo Escravas do Amor, adaptação heróica de João Fonseca para o folhetim homônimo de Nelson Rodrigues (como Suzana Flag) otimamente recebido por crítica e público.

 

SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes

Próxima peça: Escravas do Amor

Datas: 18 e 19 de agosto, sábado e domingo

Horários: sábado e domingo às 19h30

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação Indicativa: 12 anos

Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
Capacidade: 685 lugares
Bilheteria: a partir das 14h (de quinta a domingo).

Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.

Contato com a Lavoro Produções: (21) 2235 5255

 

Donka, uma carta a Tchekhov

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES

Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas em todas as peças em cartaz em 2012 no Teatro Carlos Gomes, sempre no 1º e 3º domingo de cada mês.

Próximos espetáculos com acessibilidade: 04 e 05 de agosto:

Donka, uma carta a Tchekhov, escrita e dirigida por Daniele Finzi Pasca

Excepcionalmente, nos próximos espetáculos, faremos duas sessões com acessibilidade, sempre sábado e domingo, no primeiro e terceiro final de semana do mês. Repetiremos a sessão com acessibilidade no sábado e domingo com a peça Donka, 04 e 05 de agosto, Escravas do Amor, 18 e 19 de agosto e O Casamento, 1º e 02 de setembro.

Desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

O próximo espetáculo com acessibilidade será Donka, uma carta a Tchekhov, produção russa escrita e dirigida por Daniele Finzi Pasca.

Por meio da linguagem do teatro acrobático, o espetáculo faz uma homenagem ao escritor russo Anton Tchekhov. Clowns, músicos e acrobatas festejam 150 anos do nascimento do autor, que além de escritor era também médico e pescador. Em Donka – nome da sineta que os russos colocam na extremidade de suas varas de pesca – são criadas situações e imagens insólitas a partir de fragmentos da vida e obra do autor. Como clowns/narradores dessa história, o elenco transita entre diversos personagens e universos de suas obras.

O elenco conta com a participação de duas atrizes brasileiras, Helena Bittencourt (radicada na Espanha, trabalhou com Daniele Finzi Pasca anteriormente no Cirque du Soleil) e Beatriz Sayad (atriz que integrou o Teatro do Sunil de1991 a1999 e atuou no espetáculo “1337 – Déjeneur sur l’herbe”, autoria e direção de Daniele Finzi Pasca).

As atrizes brasileiras terão a companhia dos atores Moira Albertalli, Karen Bernal, Sara Calvanelli, Veronica Melis, David Menes e Rolando Tarquini.

 

SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes

Próxima peça: DONKA, Uma carta a Tchekhov

Datas: 04 e 05 de agosto, sábado e domingo

Horários: sábado às 19h30 e domingo às 18h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

Classificação Indicativa: LIVRE

Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
Capacidade: 685 lugares
Bilheteria: a partir das 14h (de quinta a domingo).

Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.

Assessoria de Imprensa: Patrícia Klingl – www.palavraonline.com/

Caravana – Memórias de um picadeiro

MINISTÉRIO DA CULTURA E PETROBRAS apresentam:

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES

 

Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendagem em todas as peças em cartaz em 2012 no Teatro Carlos Gomes, sempre no 1º e 3º domingo de cada mês.

Próximo espetáculo acessível: 15 de julho: Caravana – Memórias de um picadeiro

Desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso.

O próximo espetáculo com acessibilidade será Caravana – Memórias de um picadeiro, do grupo paulista Circo Roda.

CARAVANA – MEMÓRIAS DE UM PICADEIRO de Luís Alberto de Abreu, traz toda sua pesquisa do universo da arte popular para, a partir do argumento de Beto Andreetta e da direção de Chico Pelúcio, apresentar um texto feito todoem versos. Comditos e brincadeiras populares que dialogam com os números circenses, a peça apresenta alguns aspectos culturais de cada região brasileira e a maneira como essas diferenças regionais influenciaram a diversidade de expressões que os circos abrigam. O espetáculo é uma homenagem do Circo Roda aos circos clássicos e itinerantes de todo o Brasil.

 

SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes
Próxima peça: CARAVANA – MEMÓRIAS DE UM PICADEIRO

Data: 15 de julho, domingo

Horário: 19h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação Indicativa: LIVRE

 

O COLECIONADOR DE CREPÚSCULOS

PEÇA “O COLECIONADOR DE CREPÚSCULOS” ESTREIA NO CARLOS GOMES COM RECURSOS DE ACESSIBILIDADE

Sessão de domingo, 6 de maio, custa R$1 e conta com audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendagem para deficientes visuais e auditivos

Desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. A próxima peça em cartaz no espaço será “O Colecionador de Crepúsculos”, no dia 6 de maio, às 19h30, com ingressos custando apenas R$1.

O espetáculo tem direção e dramaturgia de Vladimir Capella – que já recebeu prêmios como Molière, APCA, Mambembe e SHARP – e reúne 24 atores no palco para contar histórias baseadas na obra de Luís da Câmara Cascudo, uma das personalidades mais importantes da cultura brasileira. O espetáculo entrará em cartaz em curtíssima temporada, de 3 a 6 de maio, com apresentações duplas às quintas e sextas, às 14h30 e 20h, no sábado às 20h e, no domingo, às 19h30.

O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.

O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.

O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Petrobras, em parceria com a Prefeitura do Rio.

Sobre “O Colecionador de Crepúsculos”

O espetáculo reproduz alguns contos de Luís da Câmara Cascudo: “O Compadre da Morte”, “A Velha Amorosa”, “O Marido da Mãe D´Água”, “A Menina Enterrada Viva” e “A Formiga e a Neve”. A história central da peça é inspirada no primeiro conto, que mostra como um caipira (interpretado por Marcos Oliveira) quer arrumar uma madrinha para seu filho. A morte (Selma Egrei), uma senhora rica e ilustrada se oferece para batizar o menino e, em troca, a comadre faz do caipira um médico muito famoso. Ele é capaz de prever o futuro de um doente, por meio de um truque simples: se ela estiver posicionada na cabeceira da cama o doente se salvará, mas se estiver aos pés da cama, ele morrerá.

Ao lado dessas histórias aparece a figura de Luís da Câmara Cascudo, ouvindo, registrando, fumando seu charuto e apreciando o crepúsculo. Até que um dia ele adoece. E a morte se posiciona aos pés da cama. Mas o caipira não quer que aquele homem sábio venha a morrer. E é assim que o esperto caipira vai procurar meios de enganar a morte para salvar a vida do folclorista. Diversas cenas são, ainda, enriquecidas com a presença de personagens-narradores: pescadores, lavadeiras, pessoas do povo.

A peça sagrou-se vencedora em quatro categorias do Prêmio Femsa de Teatro, incluindo Melhor Espetáculo 2009, Melhor Figurino (J. C. Serroni e Telumi Helen), Melhor Iluminação (Davi de Brito e Vânia Jacônis) e Melhor Ator Coadjuvante (Giovani Tozi).

Sobre a Lavoro Produções

A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a acessibilidade em projetos culturais no Brasil.

Sobre o Teatro Municipal Carlos Gomes

O Teatro Municipal Carlos Gomes tem uma trajetória que se confunde com a própria história do teatro brasileiro. Em 1904, o empresário do entretenimento Paschoal Segreto comprou o antigo Teatro Cassino Franco-Brésilien, fundado em 1872, e o renomeou Carlos Gomes. Em 1963, a classe teatral reagiu contra a tentativa de transformar o teatro em cinema, mas o espaço ficou abandonado. Em 1988, o teatro foi posto à venda. A Prefeitura do Rio comprou o teatro, realizou uma grande reforma e o transformou em um dos melhores teatros da cidade, em 1993. Hoje, além da sala principal, funciona no segundo andar o Salão Nobre Guarani, reservado para espetáculos musicais.

SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes

Peça: O Colecionador de Crepúsculos

Dia 6 de maio, às 19h30

Local: Teatro Municipal Carlos Gomes.

Praça Tiradentes, 19, Centro. Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.

Capacidade: 685 lugares

Ingresso: R$ 1

Classificação etária: 10 anos

Duração: 90 minutos

Bilheteria: De terça a domingo, a partir das 14h.

 

 

AS MIMOSAS DA PRAÇA TIRADENTES

 

AS MIMOSAS DA PRAÇA TIRADENTES

 

A partir do dia 4 de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal
Carlos Gomes (Rio de Janeiro), na temporada de 2012, vão contar com
recursos para garantir
a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. O projeto,
da Lavoro Produções, é patrocinado pela Petrobras, em parceria com a
Prefeitura do Rio, e prevê sessões inclusivas aos domingos, duas vezes por
mês, durante todo o ano.

Na estreia do serviço, no dia 4 de março, o público poderá conferir a peça
As Mimosas da Praça Tiradentes com recursos de audiodescrição,
interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e legendas, como as
que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption. As sessões
inclusivas dos espetáculos serão sempre nos primeiros e terceiros domingos
do mês.

O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de
Janeiro, será o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total
ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência
visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência
intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da
audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio
da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem.

O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as
informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como
expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do
ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da
leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a
acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça
terá versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a
Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações
sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os
diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas
pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.

O projeto de acessibilidade não acarretará custos extras para os usuários
dos recursos. Para assistir às peças, o público poderá usufruir do
ingresso a preços populares, política já adotada pelos teatros da Rede
Municipal do Rio de Janeiro, que inclui o Teatro Municipal Carlos Gomes.

As Mimosas da Praça Tiradentes

Um grupo de transformistas ensaia um show para arrecadar fundos em prol do
Cabaré das Mimosas, ameaçado de fechar suas portas. Ao longo dos ensaios
são reveladas as histórias das personagens e suas relações pessoais. Cada
uma delas representa um período da Praça Tiradentes ? são negros, ciganos,
vedetes, dançarinas de gafieira, a corte portuguesa e os estrangeiros que
ao longo do tempo ajudaram a construir a identidade desta região.
Alternando números musicais com cenas dramáticas, o espetáculo cria um
mosaico de acontecimentos e fatos que mostra a importância e a razão pela
qual a Praça Tiradentes foi considerada uma das regiões mais tradicionais
do Rio de Janeiro, sendo conhecida, por muito tempo, como a Broadway
brasileira. Texto de Gustavo Gasparini e Sérgio Módena. Com Cláudio Tovar,
Marya Bravo, Gustavo Gasparini, Milton Filho, Jonas Hammar e César
Augusto.

Sobre a Lavoro Produções
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais
com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições,
grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando
começou a realizar o Festival Assim Vivemos ? Festival Internacional de
Filmes dobre Deficiência. O projeto introduziu a acessibilidade em
projetos culturais no Brasil.

Sobre o Teatro Municipal Carlos Gomes
O Teatro Municipal Carlos Gomes tem uma trajetória que se confunde com a
própria história do teatro brasileiro. Em 1904, o empresário do
entretenimento Paschoal Segreto comprou o antigo Teatro Cassino
Franco-Brésilien, fundado em 1872, e o renomeou Carlos Gomes. Em 1963, a
classe teatral reagiu contra a tentativa de transformar o teatro em
cinema, mas o espaço ficou abandonado. Em 1988, o teatro foi posto à
venda. A Prefeitura do Rio comprou o teatro, realizou uma grande reforma e
o transformou em um dos melhores teatros da cidade, em 1993. Hoje, além da
sala principal, funciona no segundo andar o Salão Nobre Guarani, reservado
para espetáculos musicais.
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes
Peça: As Mimosas da Praça Tiradentes
Dias 04 e 18 de março, 01 e 15 de abril, às 19h30
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Capacidade: 685 lugares
Ingresso: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Classificação etária: 12 anos
Duração: 120 minutos
Bilheteria: a partir das 11h (qui. e sex.); a partir das 14h (sáb. e dom.).

www.lavoroproducoes.com.br/acessibilidadenoteatro

 

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